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Minha filiação ao Cidadania, por Luiz Paulo

Quero saudar, inicialmente, neste dia 14 de dezembro de 2020, os três presidentes do Cidadania: do diretório municipal, meu amigo Percinotto; do diretório estadual, Comte Bittencourt, e o presidente nacional Roberto Freire, a quem tenho profundo respeito e admiração pela história política de décadas de luta a favor da população brasileira. Saúdo, também, todos os presentes a este encontro.

Luiz Paulo: aceito a filiação.
Fui convidado pelo sempre deputado, Comte Bittencourt, meu companheiro de muitas jornadas na ALERJ, à época do PPS, para ingressar nos quadros partidários do Cidadania. Estou, hoje, neste evento, declarando que aceito.

O porquê da decisão.
Minha decisão se respalda em muitas questões: princípios filosóficos e políticos, de posicionamento, de bandeiras de luta e de relacionamento solidário, do que quero para meu estado do Rio de Janeiro e para meu país. O que sempre defendemos em nossa trajetória política se amálgama ao que o Cidadania quer e defende para Brasil.
Democracia e res publica.
Somos defensores intransigentes e radicais da democracia, da República e de uma Federação de cooperação, onde todas as instâncias de poder se entendam – municípios, estados e União, poder executivo, legislativo e judiciário. Somos defensores radicais da democracia e da res publica – coisa pública, coisa do povo.
Chega de preconceito, pobreza e desigualdade.

Somos contra qualquer forma de preconceito e discriminação, uma questão fundamental por ser mazela central a ser superada, e que é fundamento na concepção do Cidadania. Temos compromisso com o combate à pobreza e às desigualdades sociais.
Desenvolvimento econômico mais desenvolvimento social.

Somos defensores do desenvolvimento econômico de mãos dadas com o desenvolvimento social, social-democracia na essência, objetivo a perseguir, e há muito ainda a caminhar. Não existe país rico com população em extrema pobreza.
Parlamentarismo, voto distrital misto e facultativo.

Temos como forma de regime ideal de governo o parlamentarismo. Defendemos o voto distrital misto e o voto facultativo.
Liberdade de pensar e agir.
Prezamos a liberdade de pensar e agir, sempre de forma solidária e com foco no bem estar da população.
Toda força à ciência.

Prezamos a Ciência e repudiamos o negacionismo tão apregoado pelas forças conservadoras e reacionárias em nosso país, o que só faz agravar a crise pandêmica que ceifa vidas aos milhares.
Sustentabilidade.
Apoiamos a sustentabilidade em todas as suas dimensões. Esta é bandeira de que não podemos nos afastar de forma alguma, por ser fundamental para a humanidade.
O que o Cidadania representa.
O Cidadania é partido ético, solidário, aberto e democrático, pratica o contraditório, buscando quebrar paradigmas, exigência dos novos tempos, visando a alternativas criativas e inovadoras.

Principal vetor – educação.
E, finalmente, defendemos que o acesso à educação é o principal vetor da cidadania e uma das mais importantes bandeiras do Cidadania como partido político. A luta continua. O tempo passa, mas o sonho de um Brasil democrático, justo e soberano jamais morrerá.

Minha trajetória.
Quero encerrar afirmando que muitos anos já vivi na política. Comecei no movimento estudantil em 1966, na luta contra a ditadura, que era dura e difícil, e para restabelecer a democracia neste país.
O que importa é o porvir.
Estive 27 anos no PSDB e não me arrependo. Não construo o futuro olhando para trás. O que me interessa é o porvir. Continuo com os sonhos que tinha na década de 60. A luta continua, o tempo passa, mas o sonho de um Brasil justo, democrático e soberano jamais morrerá.
Compromisso com a honra, a ética e a dignidade.
Contem comigo. Tenho certeza de que teremos anos juntos para construirmos alternativas inovadoras para nossos 92 municípios, contribuirmos para o estado do Rio de Janeiro e nosso país. Espero contribuir fortemente para que possamos manter viva nossa experiência, solidariedade para mudanças que temos que fazer, e nosso compromisso com a honra, a ética e a dignidade.

 

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